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Maria Inês.

por Inês Saraiva

Maria Inês.

por Inês Saraiva

Costa Vicentina

Forte de Almádena, praias Boca do Rio, Salema, Zavial e Ingrina.

 

Voltamos à Rota Vicentina, confesso que enquanto escrevo estes post fico com tantas saudades da Costa Vicentina. É amor que não vos consigo explicar, mas espero conseguir, com o que vos escrevo, despertar-vos o mesmo amor.

No dia em que visitámos o Forte de Almádena e as praias Boca do Rio, Salema, Zavial e Ingrina foi um dia bastante curioso, começou com uns chuviscos pela manhã, e ao fim do dia um calor abrasador!!!

Naquele dia tínhamos decidido ficar por ali na praia na Carrapateira, porque ainda ali não tínhamos feito praia, mas a meteorologia trocou-nos as voltas! 

Aqueles chuviscos não eram nada convidativos a estender a toalha na praia, daí que decidimos ir para sul conhecer as praias.. 

A primeira paragem aconteceu logo à saída de Vila do Bispo, na aldeia de Raposeira,  quando vimos uma loja com uma decoração exterior que convidava a conhecer o interior..

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A paragem vale a pena, a loja é tão linda por fora como por dentro...IMG_9865.JPG

 

Daqui seguimos em direcção ao Forte de Almádena e à praia Boca do Rio.

 

 Forte de Almádena.

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Do Forte de Almádena, a paisagem é encantadora!

 

Praia de Cabanas Velhas...

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Salema ali ao fundo...

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 Depois ali ao lado vemos uma praia praticamente deserta.. A praia Boca do Rio.

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 Confesso que me apaixonei logo por esta praia, assim, descemos até ali..

E o encanto que já era grande, ficou maior! A praia de areia quase branca, fina, muito fina, conserva um estado praticamente natural, sem ondas, com um mar azul céu, lindo! 

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Ali estivemos durante bastante tempo, respirámos fundo, sentimos a calma, serenidade que a praia transmite.. gosto do Algarve é certo, mas deste Algarve, que transmite calma... onde as praias transmitem isso mesmo serenidade...Daqui fomos conhecer Salema, que é mesmo ali ao lado...

 

Salema vista da praia...

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 Apesar de calma, a aldeia de Salema, já é uma aldeia turística, com alguns bares, restaurantes e imensos alojamentos locais, pensões e alguna hoteis, não obstante conserve um aspecto masi tranquilo, já se nota alguma agitação.

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Seguimos dali para a praia do Zavial e para a praia da Ingrina.

 

Praia do Zavial 

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Praia da Ingrina

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 As praias são semelhantes, quase que se confundem uma com a outra, com areia branca, fina, praticamente sem ondas e com um azul céu.

Finalmente, os chuviscos paráram, a temperatura começou finalmente a subir, foi aí que decidimos ir até à praia da Cordoama, e chegar até lá foi uma verdadeira aventura! 

Aventura que vos irei contar noutro post.

 

 

Próximo post:

Praia da Cordoama

 

 

Maria Inês.

 

 

Pedralva. A aldeia do amor.

É assim que me vou lembrar sempre da aldeia de Pedralva, como a aldeia do amor. Porque aldeia faz-nos sentir isso mesmo, Amor, e, porque no dia em que ali fomos ainda tinha as ruas decoradas de um casamento que ali tinha acontecido, tão amorosa a decoração!

aldeia de Pedralva é uma aldeia no concelho de Vila do Bispo que já teve cerca de 100 habitantes, depois sofreu, como muitas outras aldeias pelo país, um processo de desertificação profundo, em 2006 a aldeia tinha apenas 9 habitantes originais! Foi então que os "aldeões" decidiram recuperar a aldeia e dar novamente vida e dignidade a esta aldeia.

Foram então recuperadas para turimos 24 Casas de Campo, um restaurante típico “Sitio da Pedralva” e o Café Central abertos 365 dias por ano, várias áreas comuns como a piscina, zona do forno da aldeia ou a estação de lavagem de bicicletas. A aldeia tem hoje um turismo activo, com 32 bicicletas e mais de 300 km de trilhos de Mountain Bike, escola de surf, material de caminhada, cursos de mergulho entre muitas outras actividades de natureza.

E, entre tudo isto a aldeia também está preparada para organizar casamentos! E é tão amoroso casar nesta aldeia, um sonho! Como vos disse quando estivemos lá à tarde a aldeia ainda estava decorada do casamento que tinha acontecido o dia anterior, e ainda dava para sentir a magia da festa. 

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 O que eu estava a usar:

Dia: Look total: Zara| Clucth: Stradivarius|Chinelos: Havaianas

Noite: Look Total e Mala: Zara|Ténis:Stradivarius

 

 

 Próximo post:

Forte de Almádena, praias Boca do Rio, Salema, Zavial e Ingrina.

 

 

 

 

Aldeia de Pedralva.

Maria Inês.

 

 

 

 

 

Tasca do Bernardo.

Fazemos agora uma pausa na nossa viagem pelo Parque Natural do Sudoeste e Costa Vicentina e vamos até ao restaurante "Tasca Do Bernardo" em Odemira. A viagem promete ser recheada de sabores tipicamente alentejanos.

Estavamos na praia de Almograve quando começou a ficar frio, sim aquele fim de dia na praia estava a ser diferente de todos os outros, eram 18 horas e o tempo começava arrefecer bastante. Então já que estavamos perto de Odemira, seria o dia de experimentar a sugestão do nosso amigo F. e não nos arrependemos n-e-e-e-e-m um bocadinho!

O restaurante, fica um pouco mais à frente da saída de Odemira, para quem vai para Sul, encontramos cruzamento que indica "Boavista dos Pinheiros" e é esta a direcção que devemos seguir, o restaurante fica um pouco mais à frente. 

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 "Restaurante "Tasca Do Bernardo"

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Chegamos cedo porque já me tinham dito que o restaurante tinha sempre muita gente e como não tínhamos marcado mesa, não arriscamos. O espaço é bastante acolhedor, os empregados bem dispostos e solícitos. 

Quando chegamos podemos escolher a mesa e o empregado trouxe prontamente as entradas que pedimos, uma bela tábua de queijo com oregão, cenouras marinadas e para acompanhar umas azeitonas e pão alentejano, até aqui estávamos adorar!

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Pedimos depois para jantar naco de vitela acompanhado com batata no forno ao molho de manteiga e alho e legumes salteados.

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 Só de olhar para as fotografias dá vontade de pegar no carro e enfrentar 5 horas de viagem até Odemira! Ahahah...

Para finalizar, pedimos a sobremesa, que tivemos que dividir porque já quase não havia espaço para mais comida, mas tinhamos que experimentar a Sericaia com Ameixas.

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Que perdição!!! 

 

No final pagámos cerca de 44€ por duas pessoas, não achei um preço excessivo, saí bastante satisfeita e com a promessa de voltar!

 

 

Próximo post: 

Pedralva. A aldeia do Amor.

 

Maria Inês.

 

 

 

 

 

Costa Vicentina. Sudoeste Alentejano.

Cabo do Sardão. Praia da Carraca. Praia de Almograve.

 

De todos os dias que passamos na Costa Vicentina, este foi o que mais me marcou pela beleza natural que vi durante o dia!

A manhã foi dedicada à descoberta da Praia da Amália, para tarde tínhamos combinado ir até ao Cabo do Sardão e descobrir as praias ao redor.

A descoberta não poderia ter sido mais sedutora... para chegar ao Cabo Sardão passamos pela pacata aldeia de Cavaleiro, daqui chegamos rápido ao imponente farol, construído em 1915, com uma torre de 17 metros de altura, quadrangular de alvenaria e com lanterna cilíndrica vermelha. Aqui estacionamos o carro. A paisagem convida à descoberta.

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(Imagem aérea retirada da internet.)

 

A paisagem torna-se tão bela quanto assustadora, é impossível ficar indiferente às imponentes escarpas cavadas a pique em direcção ao mar, confrontado com um horizonte de planícies infindáveis, cobertas por uma vegetação rasteira e verdejante.

Aqui vontade de querer ver mais, chegar mais perto das arribas apodera-se de nós e é possível ver imensa gente que passeia por ali a chegar mais perto das arribas assustador!! Não o façam!!! Várias vezes "é arriscar a própria vida!!", portanto tenha muito cuidado...

A paisagem faz o mundo parar, a beleza do lugar, a  paz que se sente convida à instrospecção, a brisa faz esquecer preocupações, correrias e más disposições. Aqui, esqueçam o tempo, fiquem, respirem fundo e sintam com todo o coração um mundo de emoções. 

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Aqui existem também praias desertas de difícil acesso, Praias puras, virgens, onde parece que o tempo parou.

 

Maravilhados saímos dali em busca da Praia da Carraca. A praia fica a uns minutos dali, ao lado da Praia do Cavaleiro, para lá chegar é preciso voltar á estrada principal da aldeia de Cavaleiro, poucos metros, já na estrada principal, à esquerda existem umas caixas de correio e uma estrada de terra batida, devemos seguir por essa estrada até ao fim.

Se vos disse que a Praia da Amália, apaixona, esta, a Praia da Carraca encanta pela estado natural em que se encontra, pelo verde azul das suas águas, pelas arribas tão bem dispostas, negras e perfeitamente esculpidas.

 

 

A Praia da Carraca. 

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O acesso ao areal não é difícil, mas á semelhança de outras praias na Costa Vicentina é preciso descer muitas escadas.

 

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Exploramos a praia, aproveitamos os raios de sol quentes. Depois e como estavamos perto decidimos ir atá Almograve conhecer a praia.

 

Praia de Almograve.

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A praia, ideal para famílias, é bem diferente das que naquele dia tínhamos visto, o areal é extenso e a praia já não conserva o aspecto natural, puro, contudo mantém a sua beleza, mas não é comparável ás que até ali tínhamos visto.

 

 

Próximo post:

Restaurante "Tasca do Bernardo", Odemira

 

 

 

Maria Inês.

Costa Vicentina. A Praia da Amália

Praia da Amália.

 

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 Um dia, li algures que "se for à Costa Vicentina não deixe de conhecer a Praia da Amália". As fotografias que encontrava na internet não me faziam morrer de amores pela praia, mesmo assim decidi incluir esta praia no nosso roteiro. E não me arrependi, aliás tinha-me arrependido imenso senão tivesse ido!

Arrisco a dizer que a praia é capaz de despertar uma paixão tão grande como a voz da fadista de onde resulta o nome da praia! A praia também conhecida como Praia de Brejão ganhou o nome de Praia da Amália por se encontrar defronte da casa onde a fadista passava as férias.

 

Não é fácil chegar à praia, antigamente o trajecto até ao areal era feito pela casa da fadista, hoje já não é possível ir por ali. Faz-se através de um trilho do lado esquerdo da casa da fadista.

Quanto ao trilho, felizmente a minha irmã tinha lá estado o dia anterior e  avisou-nos para termos cuidado, qualquer descuido poderia resultar numa queda atribulada até ao ribeiro que corre mesmo ao lado do trilho!

Mas não se assustem, vale a pena o "risco"!!!! Como vos disse a praia apaixona à primeira vista... o trilho até lá envolto em  vegetação em estado natural, a meio do caminho esta vegetação forma um túnel, é aqui a ansiedade por ver a praia aumenta acreditem!  

E, como chegar até à Praia da Amália?

O mais fácil é colocar Praia da Amália em qualquer GPS, mesmo assim digo-vos que a praia fica em Brejão, portanto seguimos a direcção Brejão, agora com muita atenção quando chegarem a um cruzamento com uma seta que indica Carvalhal à direita, aqui viramos para a esquerda depois mais à frente encontramos um malmequer amarelo, aqui viramos para direita e seguimos para caminho terra batida que passa ao lado de umas estufas, até que chegamos em frente a um portão azul com uma parede branca, antigamente a parede estava cheia de malmequeres pintados pela fadista, ali era a antiga casa de férias de Amália, aqui estacionamos o carro e seguimos a pé por um trilho à esquerda desse portão.

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 Assim que virem este malmequer virem à direita, depois aparece o caminho que vos falei de terra batida ao lado das estufas, a casa da fadista é ao fundo desse caminho.

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 Portão da casa da fadista onde devemos estacionar.

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 Início do trilho.

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No início do trilho, ainda um pouco assustados/maravilhados.

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O trilho.

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A vista para a praia no fim do trilho.11997230_1057017760999833_1140215393_n.jpg

 Depois de atravessar o trilho, seguem-se umas tantas escadas, quase a chegar ao fim das escadas, existe uma corda para auxiliar a descida.

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 A praia!

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 Do lado esquerdo da praia vão-se formando pequenas "piscinas" de água entre as rochas.

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O ribeiro termina com uma cascata!!!

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 A praia com maré cheia.

 

 

A praia apaixona pelo estado puro, virgem, em que ainda se encontra, pela pacatez, pela beleza, pelo areal que em maré baixa é extenso.  

 

 

Próximo post:

Cabo do Sardão, Praia da Carraca e Almograve

 

 

 

Maria Inês.

 

 

 

Costa Vicentina. Praia da Arrifana e Praia da Bordeira

Praia da Arrifana e Praia da Bordeira.

 

Do nosso cantinho da Carrapateira partimos para descobrir as praias da Costa Vicentina, começamos pela Praia da Arrifana e fomos acabar o dia na Praia da Bordeira.

A Praia da Arrifana fica a sensívelmente 9km de Aljezur. É considerada por muitos o ex libris da Rota Vicentina, ideal para a prática de surf.

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 Dona de uma paisagem deslumbrante! Mas para lá chegar é preciso andar a pé uns minutinhos, descer umas tantas escadas e depois sim, o pé está finalmente na areia, mas vale a pena o esforço. A praia é calma, apesar de ter imensa gente, o longo areal garante sempre lugar para estender a toalha. 

Subimos também até ao miradouro da praia onde contemplamos arribas de cortar a respiração... e o mar de águas limpas, com tons verde e azul...

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Passamos a tarde por aqui, e, ao fim do dia fomos conhecer a Praia da Bordeira, que fica a 28km, do lado direito de quem entra na Carrapateira, da Praia da Arrifana existe a possibilidade de ir para a Carrapateira pela estrada nacional mas também por um caminho em terra batida junto às costa que está devidamente sinalizado. 

A Praia da Bordeira, é também chamada por muitos como Praia da Carrapateira, dizem os locais que ficou com o nome de Praia da Bordeira porque a Bordeira é a aldeia sede de freguesia, mas que ali desagua a rio da Carrapeteira por isso a praia era da Carrapateira e não da Bordeira!

Considerações à parte a praia é lindíssima e ventosa! Muito mesmo! Dizem que são poucos os dias de "sorte" em que não há vento e se consegue fazer "banhos de sol" por ali. Mas a praia merece uma visita pela beleza natural que mantém.

 

Praia da Bordeira

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Praia ideal para a prática de desportos náuticos, segundo dizem os locais!

 

 

Próximo post:

Praia da Amália

 

 

 

Maria Inês.

 

Costa Vicentina. O meu roteiro.

Viagem até à Costa Vicentina. O Paraíso.

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 (Praia da Amália)

 

 A sul daqui, do coração do interior, existe um pequeno grande paraíso. A Costa Vicentina. Não há como não a amar, como não ficar maravilhado.

A Costa Vicentina é dona de paisagens naturais indescritíveis! Prende-nos a cada passo que damos... faz-nos querer ali ficar. Sensações que apenas conseguem ser explicadas quando vividas...

Entre arribas altas que contrastam com as praias escavadas na rocha e barrancos profundos, cursos de água, charnecas, campos, o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, criado em 1995, situado no litoral sudoeste de Portugal estende-se desde São Torpes, a sul de Sines, até ao Burgau, já na costa sul algarvia, numa faixa marítima de dois km de largura que acompanha a Área Protegida em toda a sua extensão. Abrange territórios nos concelhos de Aljezur, de Odemira, de Sines e de Vila do Bispo, aqui.

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 (Mapa Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina)

 

 A viagem que vos proponho fazer a partir deste post, onde inicio o roteiro que fiz pela Costa Vicentina, é longa, repleta de paisagens naturais, abruptas falésias, praias e dunas, registadas em fotografias que partilho com vocês. Irei partilhar os nossos dias por aqui, não como um roteiro que quero que sigam religiosamente, até porque como disse várias vezes durante estes dias, andamos para cima e para baixo ao sabor do vento, (uma verdadeira loucura!) quero antes que se deixam maravilhar, e que o nosso roteiro meio confuso sirva de base ao vosso roteiro, espero que mais orientado.. ahahah..

Como vos disse aqui optamos por ficar numa casa na Carrapateira, existem imensas casas para arrendar, mas também existe a opção alojamento local, basta pesquisar até encontrar o alojamento pretendido.

Mas estas opções, não são de todo as únicas opções, para quem goste de caravanismo a viagem torna-se uma verdadeira aventura, ao longo da Costa Vicentina é possível estacionar em vários (tantos) locais a caravana e ali ficar até ganhar vontade de ir embora. Bem, e quem diz caravana fala em qualquer tipo de veículo suscetível de ser utilizado como tal.. O que por ali vemos faz-nos pensar que única coisa que importa é ter vontade de ir, e, a partir daí transformar o seu carro numa casa é o passo seguinte...  O ambiente que se respira por entre os caravanistas é de paz, verdadeira tranquilidade.

Mas para quem goste de caminhar há também a possibilidade de fazer a Costa Vicentina a pé neste site encontram toda a informação que precisam para fazer a Rota Vicentina, pelos pequenos trilhos que fiz posso dizer-vos que a paisagem é arrebatadora e imprópria a cardíacos! Sim porque há caminhos que passam ao lado de ravinas e falésias de cortar a respiração de tão altas que são! Mas para os caminheiros mais corajosos e destemidos esta é sem dúvida uma rota a não perder.

Nós ficamos mesmo por uma casa, (mas confesso que nasceu cá dentro o bichinho do caravanismo) depois foi pegar no carro e partir à aventura, e que aventura! Queríamos conhecer tudoooo, mas o tempo era escasso, afinal só tínhamos 6 dias, e as praias eram tantaaaas... Fizemos então um roteiro com base em pesquisas que fiz antes de viajar e depois acrescentamos paragens que nos iam sugerindo. Uma dessas sugestões apareceu numa das noites na Associação Clube Cultural Amigos da Carrapateira, se ficarem hospedados por lá, vão até à Associação, não se vão arrepender, o espaço é bastante caricato, e é possível passar um serão bastante engraçado. 

Com base neste roteiro, nas sugestões, descobrimos outros tantos recantos cheios de encanto, descobrimos também caminhos sinusos, que nos faziam pensar duas vezes, mas arriscavamos e nunca nos arrependemos.

No próximo post os caminhos que percorremos...

 

Praia da Arrifana e Praia da Bordeira

Praia da Amália

Cabo do Sardão. Praia da Carraca. Praia de Almograve

Restaurante "Tasca do Bernardo", Odemira

Forte de Almádena, praias Boca do Rio, Salema, Zavial, Ingrina

Praia da Cordoama

Praia de Odeceixe e Praia Vale dos Homens

Pizzaria "Pizza Pazza"

Sagres. Cabo de São Vicente.

Vila Nova de Mil Fontes, Ilha do Pessegueiro, Porto Côvo e Sines

 

 

 

 

 

 

 

 

Maria Inês.

 

 

 

 

 

 

Direcção - Costa Vicentina.

Costa Vicentina. Carrapateira.

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Há dias decidimos que a Costa Vicentina seria o nosso destino de férias.

Pensámos em fazer várias paragens, dois dias aqui mais dois ali... Depois chegámos à conclusão que seria cansativo e o que pretendíamos com estas férias era exactamente o contrário. Reservamos esse roteiro para outra altura, e, depois de muito pesquisar decidimos ficar na Carrapateira.

Sabiamos que a viagem iria ser longa e cansativa, afinal este pequeno paraíso fica sensivelmente a 550km da cidade falcão, então "fizemo-nos" cedo à estrada. A viagem foi sim, longa, cansativa...mas a excitação de chegar crescia a cada kilómetro de viagem, assim que entramos na zona do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina a curiosidade ia aumentando ainda mais.

Continuámos viagem até aqui, à Carrapateira uma aldeia no concelho de Aljezur, pequenina, muito calma e muito típica, um encanto.. pousamos bagagens e fomos até à praia, já tinha lido sobre a beleza da praia do Amado, mas nunca a imaginei assim, dona de uma beleza natural incrível...aqui apreciámos o pôr do sol!

Uma paisagem arrebatadora.

 

 

Amanhã a viagem continua...

O Blogue está em viagem.

Maria Inês.

 

Setembro. Dia 1.

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Setembro, dia 1.

Setembro sê bom. Gosto de Setembro. Gosto muito. Quiçá é o meu mês preferido do ano. Setembro marca mudanças, é um mês carregado delas. As folhas ainda verdes começam a mudar de cor para receber o Outuno, as árvores dão os seus frutos. Por aqui Setembro é o mês das vindimas, as vinhas começam a ganhar o tom mais belo, o tom dourado, e, a paisagem ganha forma de ouro.

Setembro marca também o regresso às aulas para muitos, o fim de férias, o regresso ao trabalho. Para mim Setembro marca o início. O início de férias! Depois o início de rotinas...

Setembro é o meu mês preferido para as grandes férias, as grandes viagens.. é o mês mais calmo, o calor já não é tão intenso é certo, mas aconchega a alma. Ganhamos energia para o início dE rotinas, para mais uma época de trabalho. 

Por isso Setembro sê querido.

 

 

 

Maria Inês.