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Maria Inês.

por Inês Saraiva

Maria Inês.

por Inês Saraiva

Dia Mundial do Turismo. A Cidade Falcão.

 

Dia Mundial do Turismo. Vá para fora cá dentro.

Assim o diz o Turismo de Portugal. Mais, afirma que Portugal são experiências que marcam. O nosso país, à beira mar plantado é repleto de de experências que marcam, paisagem de tirar o fôlego, monumentos e histórias de encantar.

Desde sempre defendi que para conhecermos o mundo, primeiro deveríamos conhecer o que é nosso, o nosso país. A minha mãe diz que por muito que veja, não há país tão lindo como o nosso, e eu concordo com ela.

Devo-o talvez à minha Tia que me fez viajar pelo Sul e aos meus pais que sempre me encaminharam para Norte. Depois fui descobrindo sozinha os outros cantos de Portugal.

Qual sentimento patriótico, não é que não o tenha, mas mesmo que não tivesse nascido e crescido aqui, apaixonar-me-ia com a mesma força por Portugal. Nem sei como será possível, se assim o for, não te amar terra de Camões!

 

Neste país de tantos contrastes, existe um cantinho, um cantinho muito especial no coração do interior. Pinhel, a Cidade Falcão.

 

Nesta viagem de cá fora para dentro, parta à descoberta de aventuras, parta à descoberta da Cidade Falcão. Pinhel é a cidade que vos aconselho. Cidade desde 1770, Pinhel Cidade Falcão é a cidade onde a história e a paisagem se fundem numa união perfeita.

A cidade, exibe orgulhosamente Solares e Casas Grandes imponentes, e, no alto do centro histórico, o Castelo de Pinhel, erguem-se duas torres, a torre norte,  apresenta uma janela de estilo manuelino virada a Sul que ilumina uma sala abobadada rematada pela esfera armilar, na fachada virada para Espanha apresenta duas gárgulas antropomórficas, a paisagem vista dali, a calma que se sente, encanta a quem sobe as Torres.

Pinhel,  erguida numa colina rodeada por dois rios, onde a cultura e a tradição têm uma presença marcante, é um concelho rico em património natural, de um lado existem extensos olivais com chão florido, do outro porém erguem-se vinhas que entre setembro e outrubro se cobrem de folhas cor de fogo. 

 Por aqui passou Salomão, no século XVI, um paquiderme indiano que caminhou de Lisboa a Viena, para ser oferecido pelo rei D. João III ao arquiduque da Áustria Maximiliano II (seu primo), cuja história foi contada em 2008 pelo Nobel José Saramago, em “A Viagem do Elefante”, uma metáfora da vida humana.

A oferta turistica é variada, e a animação não falta,desde eventos organizados pela Câmara Municipal de Pinhel aqui, até às famosas festas de Verão, nas aldeias do concelho. Para os mais aventureiros o concelho reserva uma descida em canoa pelo Rio Côa, ou um passeio mais calmo nas águas da Barragem de Vascoveiro.

Para amantes da natureza, que procuram um passeio calmo, em pleno contacto com a mãe natureza, onde o ar que respiaramos transmite serenidade, existem caminhos pedestres devidamente marcados.

Nesta caminhada encantadora, páre para provar o nectar que nasce de um património natural, o Vinho medalhado de Pinhel, na Tasca do Barroso, a mais antiga Tasca de Pinhel ainda aberta, ou num café da cidade.

 

No fim, deixe que a gastronomia local invada o paladar e prove os enchidos tradicionais, o cabrito assado, mas reserve lugar para as famosas Cavacas de Pinhel.

 

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A cidade porporciona a quem a visita uma experiência única, experiência, património, cultura, gastronomia e natureza, que não consigo descrever-vos num único post, por isso vos convido a despertar os vossos sentidos e deixarem encantar-se por Pinhel, enquanto escrevo o próximo.

 

 

Pinhel, deixe-se encantar!

 (Vídeo retirado do Facebook  da Câmara Municipal de Pinhel)

 

 

 

 

Pinhel, espera por si.

Deixe-se Encantar.

Maria Inês. 

 

 

 

[Arredonda] a saia.

O outono chegou. Por aqui ainda se pensa no verão, foi um verão cheio, muito cheio, de coração, de alma, de festas. Mas o outono chegou e por esta altura chegam também as semanas de moda. Nova Iorque, Londres, Milão e agora Paris. Por lá desfilam as propostas para o verão, que ainda vai longe, mas nas ruas desfila também o inverno/verão.

As ruas tornam-se autênticas passerelles onde se misturam as duas estações, as têndencias têm um requinte especial, estamos de "olho" nelas. 

Por lá vale tudo, é tudo fashion. Entre as prospostas dos grandes criadores e pelo street style  há algo que me chama atenção, as saias midi, redondas, fluidas, plissadas, com mais ou com menos volume, conjugadas com sapatilhas, botins, salto alto, com camisas, bombers, t-shirt´s, elas têm um je ne sais quoi de personalidade que promete ficar!

 

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As saias midi  parecem injutas para mulheres baixinhas, contudo para as mais inseguras, o truque é usá-las com comprimentos logo abaixo do joelho e combinações monocromáticas, sem cinto, evitando o corte no visual, ou com saltos altos, alongam a silhueta.

Para as mais ousadas, claro está que as sapatilhas não estão proibidas, com estilo, personalidade, tudo fica bem!

 

 

 

 

 

Beijo.Beijo.

Maria Inês.